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Ups... Já nos 40!

Esta sou Eu... sou Mãe, mas acima de tudo Mulher! E já nos 40...

Ups... Já nos 40!

Esta sou Eu... sou Mãe, mas acima de tudo Mulher! E já nos 40...

Civismo (ou a falta dele)

Já há alguns anos que frequento as piscinas municipais aqui da zona (primeiro com a minha filhota e agora com o mais pequeno), e desde o início que noto a falta de civismo de algumas pessoas na utilização de um bem que é comum e de utilização de e para todos.

Hoje falo da utilização dos balneários.

Há coisas que me fazem uma comichão no nariz que não vos passa na ideia... Todos os anos é a mesma coisa.

O balneário tanto é ocupado por adultas como por crianças e por mães de algumas dessas crianças.

Desde ocuparem os bancos com tudo o que é tralha coisa (desde a mochila da escola, ao saco do lanche, ao saco das compras, ao casaco, ao chapéu de chuva, etc, etc, etc...) e irem para a sua aulinha descansadas da vida - ignorando os avisos para deixarem os pertences nos respectivos cacifos - colocarem as suas tralhas coisas em cima das tralhas coisas das outras pessoas (acontece com demasiada frequência), e o mais gritante de todas, as mães das crianças que estão na aula colocarem toalhas penduradas nas portas dos chuveiros a MARCAREM lugar. Mesmo que uma criança termine a sua aula primeiro que a delas, os chuveiros já estão literalmente OCUPADOS por estas mães Chicas-Espertas (que não têm outro nome).

Depois é a utilização dos chuveiros propriamente dita. As miúdas (nalguns casos já bem crescidinhas) a fazerem uma utilização abusiva da água, a estarem mais de 10 minutos com a água a correr pelas costas e elas todas contentes na conversa, ou é brincadeiras entre miúdas a atirarem água umas às outras...

Confesso, já chamei a atenção a algumas e perguntei-lhes se em casa também usavam assim o chuveiro. Ficaram a olhar para mim...

Outras há as que pensam que o balneário é uma extensão do recreio da escola e andam literalmente a jogar à apanhada e escondidas pelo balneário a dentro... também há o jogo do tiro ao alvo ou do quem arremessa até mais longe a toca ou o fato de banho todo molhado...

Passo-me com estas situações... até porque na sua maioria não são as crianças de menor idade que provocam estes distúrbios, mas sim as pré e propriamente adolescentes.

Acho que não é muito difícil usar um bem comum como se de nosso se tratasse...

Tenho dito!

Pronto... desabafei...

Da saga da procura de emprego...

Hoje passei o dia literalmente "enfiada" em testes psicotécnicos. Foi desde as 10.00h até às 17.00h.

Já lá iam uns anitos (mais de 15, acho eu...) que não estava envolvida num processo de avaliação psicológica. Ele foram testes de avaliação da personalidade, de avaliação das competências para a função a que me estou a candidatar, ele foram testes de compreensão numérica, de comprensão verbal, de lógica... testes que não mais acabavam e no final a bela da entrevista psicológica.

Estou estafada... 

E ao post 100 a casa muda de nome

100.jpg

Já escrevi 100 posts?! Comecei meio a medo, sem ter bem a certeza no que isto ia dar, se iria ter assunto para escrever (até porque a área das letras nunca foi o meu forte, sempre me dei melhor com os números) e se ia conseguir tornar-me assídua neste mundo que é a blogosfera. 

Criei este cantinho um pouco para desabafar, para exteriorizar os meus medos e emoções que guardo só para mim, e essencialmente para me ajudar a ultrapassar a fase menos boa que estou a viver. Mas, e embora por vezes o meu lado mais negativo e depressivo venha ao de cima, também faço deste cantinho um relato do meu dia em família. 

Quando iniciei esta aventura ainda estava à porta dos 40. Agora, e já nos 40+1, o nome deste cantinho não faz muito sentido (acho).

Então, tenho andando aqui a pensar num novo nome para este cantinho e decidi esperar pelo post 100 para mudar o mesmo. O que acham do novo nome?

Continuem por cá e até ao post 200... ;)

Oh Tia, dá bolinho?!

Para manter a nossa tradição (que isto do Halloween é americano) lá fui de manhã com o meu filhote correr as ruas da minha terra, de saca em punho, pedir o bolinho.

O pequenito batia à porta, ou tocava a campainha, e dizia: "Oh Tia, dá bolinho?!" 

Gostei de ver este ano muito mais crianças pelas ruas de saquinha na mão (na sua maioria acompanhadas por adultos) todas felizes a fazer cumprir uma tradição tão nossa.

Isto foi o que rendeu a nossa manhã (bem já cá faltam umas coisitas que o pequenito e a irmã não resistiram até casa):

IMG_20161101_163907.jpg

 

Mas, foi estranho.

Foi estranho ter passado a tua casa Avó e não entrar e não ser brindada com o teu sorriso doce e dizeres que só tinhas uns rebuçaditos ou umas castanhas. Foi estranho ter de dizer ao pequenito quando me disse "Mamy, vamos a casa da Avó R. pedir o bolinho" que já não moravas ali, mas sim no céu, junto de Jesus.

Foi um misto de sentimentos e a lágrima esteve lá bem no canto do olho.