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Ups... Já nos 40!

Esta sou Eu... sou Mãe, mas acima de tudo Mulher! E já nos 40...

Ups... Já nos 40!

Esta sou Eu... sou Mãe, mas acima de tudo Mulher! E já nos 40...

Sobre a tarde de ontem

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Já tinha prometido aos miúdos uma ida às piscinas aqui perto de casa (mesmo estando perto nunca lá tínhamos ido).

Aproveitei que uma amiga da filhota veio cá passar o dia a casa para irmos os 4 (sempre é mais fácil conseguir que ela alinhe em programas com o irmão). 

Depois do almoço lá fomos nós debaixo de um calor acima dos 34º tentar refrescar-nos. Não fomos os únicos a ter a mesma ideia. O espaço estava um pouco lotado, mas lá conseguimos arranjar uma sombra no relvado (espreguiçadeiras e chapéus de sol vagos nem pensar...).

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O espaço surpreendeu-me. Uma zona relvada, com zonas consideráveis de sombras (algumas árvores e a vedação ajudam), uma piscina para crianças e outra (dividida em 2) para os maiorzitos. Só um senão: o piso. Quer fora quer dentro da piscina escorregadio (fica o alerta para a C.M.).

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Passámos a tarde literalmente de molho, mas o meu pirata superou todos. Só saía da água quando o chamava e era sempre por poucos minutos. Ontem percebi que as aulas de natação são fundamentais, e dei dou por muito bem empregue o dinheiro gasto com as mesmas (por vezes com algum sacrifício, face à minha actual situação).

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Até deu para pôr a leitura em dia.

Foi uma tarde bem passada, mesmo às portas de casa. Sem dúvida, a repetir! 

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Este ano vamos aproveitando entre umas idas à praia e piscina... são as férias possíveis!

A febre do momento

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(foto retirada da net)

Sinto-me uma autêntica Pokémon (ou poderei dizer Pokémona?) rara por não jogar nem perceber um mínimo do jogo do momento, do jogo de que toda a gente (novos e menos novos) fala e joga.

Sou assim tão rara que poderei ser caçada? Terei de ter algum cuidado especial? Será que deveria consultar um médico para perceber porque razão esta febre não me atacou?

Era só isto por hoje...

Qual o caminho a seguir?

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Como já por aqui falei encontro-me desempregada. Já vai para ano e meio e nada de conseguir arranjar emprego.

Mas recuando para esse tempo, estava eu à porta dos 40 a pensar que tinha a minha vida organizada (apesar de uma das suas vertentes estar a ficar um farrapo - mas disso já falei noutros posts e falarei num outro dia), que tinha o "emprego para a vida", posso até dizer que estava acomodada, que aquela era a minha zona de conforto, quando ZÁS... alguém puxa o tapete debaixo dos meus pés e eu me vejo nas malhas do desemprego.

Desde então tem sido uma luta constante na tentativa de conseguir um emprego, primeiro centrando forças na minha área profissional (banca), e actualmente, em qualquer área (desde empresas para cargos administrativos a caixa de supermercado).

O retorno é muito reduzido e as poucas entrevistas de emprego que fui, não passaram disso mesmo: entrevistas.

Tenho a vida feita um farrapo, principalmente a parte pessoal e familiar. Não suporto a ideia de estar sem ocupação, de ter de ser dona de casa à força (nada contra quem faz desta opção a sua vida, mas isso não é defintivamente para mim). Mas sei que enquanto não conseguir arranjar um emprego que me permita sustentar os meus dois tesouros não posso "dar o fora" deste tormento.

Penso que não consigo vislumbrar uma luz no fundo do túnel, mas por mais fraca que ela seja sei que ela existe e está lá.

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 (esta imagem que encontrei agora na net veio tão a propósito)

 

Surgiu-me neste momento uma oportunidade de emprego, mas que me faz mudar bastante o meu rumo e para a qual tenho de dar 100% 1000%. Sei que o sucesso só dependerá de mim e os resultados que alcançar idem, mas agora que tenho de tomar decisões que me tiram definitivamente da minha zona de conforto (seja pessoal ou profissional) receio, fico sem saber que caminho seguir.

Ir em frente, apostar num novo desafio profissional e dar um novo rumo e alento a toda a minha vida? Ou manter-me na expectativa de conseguir um emprego e manter-me acomodada na minha zona de conforto?

O ser humano é um pouco resistente à mudança, e eu não sou excepção.

Conselhos, precisam-se...

Desabafos pela noite dentro

Quero escrever. Preciso de escrever. Mas não sei o quê. As palavras não saem.

Sei apenas que queria poder gritar dizer para o mundo o quanto gosto de ti. O quanto me fazes sentir bem, o quanto me enlouqueces, o quanto fazes a minha pele vibrar, o quanto me fazes FELIZ... 

Obrigada por estares aí. Por seres quem és. Por tudo. 

Mais um não

Quantos "NÃO" ainda irei ouvir até ouvir finalmente um "SIM"?! 

Efectivamente é mais difícil ouvir um "NÃO" do que mil "SIM", e é nas adversidades de mais um "NÃO" que tenho de levantar a cabeça e sorrir (como me disseste).

Foi um dia difícil, em que facilmente fui ao fundo, mas de repente me ergui e pensei: não é este "NÃO" que me vai derrubar!!!

O meu "SIM" há-de chegar...

Criar (ou não) expectativas

Por mais que queira tem momentos que não consigo não criar expectativas. Acho que faz parte do ser humano, e em todos os aspectos da nossa vida criamos em determinados momentos expectativas, quer em relação a situações quer a pessoas.

Mas hoje falo de criar expectativas em relação a situações, e nesta fase da minha vida está difícil de conseguir gerir este meu lado expectante, em que qualquer retorno de um currículo enviado ou candidatura efectuada para mim penso: "é desta!".

Bem, depois, depois vem a desilusão... ainda não foi desta. Mesmo saindo das entrevistas com a sensação de que correram bem, mas afinal ainda não foi desta!

Mesmo que queira ter os pés assentes na terra, a minha cabeça começa logo a imaginar se o emprego fosse para mim. O que tinha de mudar nas rotinas diárias, como me iria adaptar... é mais forte do que eu... e depois? Depois, vem a desilusão de um novo "desejamos-lhe muita sorte mas não foi seleccionada. Ficamos com o seu currículo na base de dados e se aparecer algo voltamos a contactar."

Por isso agora não quero criar expectativas. Não posso criar expectativas, para bem da minha saúde mental e de tudo o resto.

Mas é difícil. Quando estás já há um ano e meio a tentar aranjar emprego, já sem subsídio de desemprego e a aguardar que a Segurança Social entenda "dar-te" uns míseros 300€ para tentares sobreviver, é difícil não teres expectativas quando te chamam para uma entrevista.

Mas desta vez não vou criar expectativas. Vou sim concentrar toda a minha energia positiva e ter o meu foco bem definido: É DESTA! Chegou a minha vez! Com determinação, querer e força de vontade consigo! Vou conseguir! Basta querer. E acreditar. É só ver o exemplo da nossa Selecção Nacional e seguir em frente!

E como se diz "se fosse fácil não era para mim"...

 

 

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